Crise econômica não abala empresas de cosméticos

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Segundo nota da Freedom Comunicação, responsável pela publicação da revista H&C (Household & Cosmetics), o segmento de cosméticos continua a todo vapor.

Para justificar a afirmação ela usa como exemplo o caso da Hypermercas que, com faturamento de R$ 1,1 bi em 2007, está investindo em um novo segmento, o de lâminas e aparelhos para barbear com o logotipo da Bozzano (adquirida pela Hypermarcas há 6 meses). O setor dominado pelas multinacionais Procter & Gamble e Bic que detêm juntas 54% da participação nesse mercado.

A matéria cita também a compra da Vita-A pela Aroma do Campo, aumentando sua participação no mercado capilar com produtos de relaxamento e transformação.

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Opinião do autor: Sou adepto do jargão: “com crise se cresce”. A crise é um bom momento para concorrentes oportunistas e empresas que não levam a sério os seus clientes serem engolidas e para fortalecer as empresas e marcas sérias. Aliás, nos tempos atuais, as crises deveriam ser renomeadas para Bienal de Redução no Orçamento, porque a cada dois anos anunciam uma crise diferente e o mercado toma medidas diferentes. O lado mais negativo de uma crise econômica é o desemprego, pois as empresas aproveitam o momento para cortar mão-de-obra… quero dizer, custos (vi poucas empresas até hoje cortando benefícios dos altos cargos para manter os empregos de quem põe a mão na massa).

Fonte: http://www.freedom.inf.br/notasDetalhe.asp?IdNota=2489

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Por Gustavo Boaventura

Criador e Diretor de Conteúdo. Farmacêutico Industrial pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Especialista em Pesquisa & Desenvolvimento de Produtos Cosméticos. Mestre em Comunicação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) com foco no consumo de cosméticos masculinos. Bacharel em Administração pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Experiência em Pesquisa & Desenvolvimento de produtos capilares. É o idealizador e criador do Cosmética em Foco e escreve desde 2007.

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